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  João Guilherme Vargas Netto recebe título de Cidadão Paulistano nessa sexta, 8

  07/06/2018


O consultor sindical durante ENCONTRÃO - ato em comemoração aos 40 anos da OBORÉ. Foto: Alice Vergueiro

Na próxima sexta-feira, 8, o vereador Professor Eliseu Gabriel, presidente Municipal do PSB, realiza sessão solene para entregar o Título de Cidadão Paulistano ao Consultor Sindical João Guilherme Vargas Netto. O evento acontece a partir das 19h30, no Auditório Prestes Maia (Plenarinho) da Câmara Municipal de São Paulo.
 
Mineiro de Tombos, João Guilherme participou da história da Cidade de São Paulo.
Teve destacada atuação na luta contra a Ditadura, com valiosa contribuição para a construção da Democracia no Brasil. Também foi diretor da OBORÉ nos anos 1980 e 1990. 
 
Colaborou na elaboração da famosa "Carta de São Paulo" (São Paulo, o Povo e Seus Problemas), lida na Assembleia Legislativa do Estado, em 1975, no auge da repressão às liberdades.
 
Atualmente, é consultor sindical de diversas áreas, sempre em defesa dos interesses dos trabalhadores. “O mundo das lutas trabalhistas é o mundo de João Guilherme Vargas Netto. Ele é referência obrigatória para um debate qualificado sobre o Brasil que queremos”, justifica Eliseu Gabriel.
 
 
JOÃO GUILHERME nasceu aos 25 dias do mês de dezembro de 1942 na cidade de Tombos, Minas Gerais. Filho de Sebastião Vargas Neto e Generosa Hosken Vargas, é casado com Leda Leal Ferreira e têm três filhos, Sebastião Leal Ferreira Vargas Neto, Paulo leal Ferreira Vargas Neto, e Maria Jacintha Vargas Neto, fruto de sua primeira união com Nilda Guimarães Alves.
 
Criado no interior João Guilherme mudou-se para o Rio de Janeiro no final da década de 50, início de 60, quando ingressado na faculdade Nacional de Filosofia, da Universidade do Brasil à época. Quando houve o golpe de 64, João foi expulso da universidade juntamente com inúmeros outros colegas, anos depois a Faculdade anulou a expulsão e pediu desculpas aos alunos.
 
Após sua expulsão da faculdade e em plena ditadura, tornou-se militante e dirigente do PCB, na clandestinidade.
 
Por determinação partidária, em 1970 mudou-se para São Paulo, onde atuou clandestinamente na política, o que conseguiu fazer sem ser preso até 1975, quando houve forte repressão que o forçou a fugir, exilando-se na França. Foi anistiado em 1979, quando voltou para São Paulo onde vive desde então.
 
Além das tarefas que cumpriu durante a clandestinidade desenvolveu, depois que voltou do exílio, a atividade de Consultor Sindical voltada a sindicato de trabalhadores de diversas áreas e é sua profissão desde então.
 
Ainda na clandestinidade ajudou a elaborar a famosa "Carta de São Paulo", que foi lida na Assembleia Legislativa do Estado no dia 08 de março de 1975, essa carta se chamava "São Paulo o Povo e Seus Problemas", que deve ser considerada como contribuição enquanto militante em prol da cidadania paulistana.
 
 
 
   
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